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28 de novembro de 2021
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A importância da Previdência Complementar no Brasil

Os brasileiros estão vivendo mais e projeções indicam que o processo de envelhecimento da população do nosso país será ainda mais acentuado nos próximos anos. A elevação da expectativa de vida ao nascere a redução da taxa de fecundidade – número médio de filhos da mulher dentro de seu período fértil são dois dos principais fatores que explicam o envelhecimento da população brasileira.

De acordo com projeções elaboradas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a proporção da população acima de 60 anos crescerá de forma significativa nos próximos anos. Esse grupo, que atualmente representa pouco mais de 11% da população brasileira, dobrará sua representatividade em pouco mais de duas décadas e, antes do ano de 2060, já representará mais de um terço da população brasileira.

Atualmente há cinco pessoas entre 19 e 59 anos para cada indivíduo acima de 60 anos. Em duas décadas essa relação será reduzida para 2,8 e, em 2060, os estudos estimam que haverá apenas 1,4 entre 19 e 59 anos para cada indivíduo acima de 60 anos.

Esse novo cenário, com maior proporção de idosos na população, impactará diretamente na capacidade de pagamento dos benefícios pelo Regime Geral da Previdência Social (RGPS) aos assistidos, já que esses pagamentos são feitos sob o regime de repartição simples, ou seja, são suportados pelas contribuições dos trabalhadores ativos.

Esse contexto indica que os benefícios pagos pelo RGPS poderão ser ainda mais reduzidos do que já foram nas últimas décadas.

Expectativa de Vida x Benefício da Previdência Social

Atualmente, o maior benefício de aposentadoria pago pelo RGPS não ultrapassa os 5 mil/6mil. Isso implica que o trabalhador terá seu benefício de aposentadoria limitado a esse montante, ainda que tenha renda superior a esse nível. Mesmo para aquele com renda menor que o teto, a remuneração na aposentadoria tenderá a ser inferior, pois o benefício da previdência social é calculado a partir da média dos salários de contribuição ao RGPS (apenas os 80% maiores entram na média) e, sobre a média apurada, é aplicado o fator previdenciário, obtido em função da idade, sexo e tempo de contribuição do trabalhador.





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