Cidades inteligentes podem gerar economia aos cofres públicos pós-pandemia

Cidades inteligentes podem gerar economia aos cofres públicos pós-pandemia

Iluminação pública é porta de entrada e redução da conta pode chegar a 40%

Um levantamento da Confederação Nacional dos Municípios aponta que boa parte das 5.570 cidades brasileiras estão com as finanças comprometidas. Nos primeiros quatro meses de 2020, 806 delas haviam estourado o limite imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal e outras 1.300 estavam em situação emergencial ou prestes a romper o teto legal.

O contexto de pandemia deixou a situação ainda mais delicada. O aumento de despesas com saúde e assistência social se contrapõe com a queda de arrecadação por causa do isolamento social e do fechamento do comércio. Neste cenário, o conceito de smart cities (cidades inteligentes) ganha força no Brasil como uma possibilidade de economia e otimização dos serviços que podem ajudar na retomada dos municípios.

Na prática, as chamadas cidades inteligentes usam a tecnologia para melhorar a infraestrutura, otimizar a mobilidade urbana, criar soluções sustentáveis e atender às necessidades específicas dos cidadãos e de cada município. Apesar de ser novo, esse mercado já movimenta globalmente, por meio de suas soluções, cerca de US$ 408 bilhões por ano.

Fonte: InfoMoney

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