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28 de novembro de 2021
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Derrota de Biden, vitória da liberdade

O Presidente do Estados unidos Joe Biden, o homem que caminha firmemente em direção à posição de pior presidente da história dos Estados Unidos, tentou impor uma obrigatoriedade de vacinação contra a Covid-19 na base da canetada. Seu governo nem investiu em abordar o assunto junto ao Legislativo porque todo o trabalho de formular uma lei, aprová-la nas duas casas e sancioná-la no Executivo seria em vão, uma vez que a Constituição americana não permite esse tipo de interferência do governo na vida das pessoas. A solução veio em 9 de setembro deste ano, na forma de um regramento do Escritório de Segurança e Saúde Ocupacionais, vinculado ao Departamento do Trabalho – obrigando empresas com mais de 100 funcionários a exigir vacinação contra a Covid-19 para manutenção do contrato de trabalho. A opção para o funcionário que não quiser se vacinar é ser obrigado a usar máscara e se submeter a testes semanais; em outras palavras, marcar as pessoas que não querem se vacinar para tentar envergonhá-las perante o restante do grupo.

Obcecado com seu mandado ditatorial, Biden partiu para o recurso judicial. Porém, como foram 34 os processos contra o mandado, a lei federal diz que, em caso de múltiplos recursos distribuídos por tribunais de circuito diversos, deve ser feito um sorteio para que apenas um deles analise o caso. E, para o desespero de Biden, o sorteio determinou que o Tribunal do Sexto Circuito analisará o recurso. Esse tribunal é odiado pelos democratas, pois tem 20 juízes indicados por presidentes republicanos e apenas sete juízes indicados por presidentes democratas. Como o caso é analisado por três juízes escolhidos aleatoriamente, a chance de que dois deles sejam conservadores é grande. E, ainda que aconteça a configuração menos provável de maioria liberal, é possível recurso imediato com pedido de análise por todos os 27 juízes. Para encurtar a história, é quase certo que esse assunto acabe na Suprema Corte, atualmente de maioria conservadora.

Com a suspensão do mandado, empregadores estão livres para suspender suas regras internas. Muitas pessoas pediram demissão nas últimas semanas, em todos os estados. Parte delas tem restrição religiosa às vacinas, pois há a questão do uso de linhagens celulares provenientes de bebês abortados; parte não quer tomar vacina porque já se recuperou da doença e tem anticorpos; parte não confia na vacina por causa de seu desenvolvimento em prazo muitíssimo curto; e parte simplesmente não toma vacina nenhuma. Embora somente estes últimos sejam os verdadeiros antivax, a grande imprensa quer colar essa pecha em todos os outros anteriores, como se obrigar alguém a injetar uma substância em seu corpo fosse a coisa mais normal do mundo.





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