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14 de agosto de 2022
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Dizem que os novos dirigentes da ULBRA são testas de ferro da Igreja Universal do Reino de Deus

Dizem que um grupo paulista que assumiu o controle da mantenedora da Ulbra do Rio Grande do Sul não passam de testas de ferro da Igreja Universal.

A Aelbra (Associação Luterana do Brasil) retirou-se da administração da Ulbra no RS em meio ao processo de Recuperação Judicial e dívídas superiores a R$ 9 bilhões.

Em um comunidado enviado por e-mail à comunidade acadêmica, a Aelbra, mantenedora da Rede Ulbra de Educação, informou a venda da administração da Ulbra no RS para a Rede Evolua de Educação.

A Rede Evolua de Educação é um grupo privado com “expertise” na recuperação de escolas que se encontram em dificuldades financeiras. Com sede em São Paulo, onde administra 3 colégios, a Rede Evolua foi formada em 2020, durante a pandemia da Covid-19, com foco na educação báscia e no ensino superior.

A Aelbra e a Evolua ainda não informaram os valores envolvidos na bilionária ooperação nem deu detalhes sobre o andamento da operação. A Aelbra informou apenas internamente que essa foi a saída para “equacionar as questões financeiras”.

Em maio de 2019, a mantenedora da Ulbra ingressou na justiça com um pedido de RECUPERAÇÃO JUDICIAL para obter condições mais favoráveis de negociação das dívidas com os vários credores da Universidade.

Após uma sequência de decisões judiciais que se arrataram por vários anos, tanto contrárias quanto favoráveis à institução, o pedido foi aprovado pela Assembleia de Credores no ano passado, mas acabou paralisado por decisão do TJRS (Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul) por conta de dívidas da Aelbra com a União.

A Aelbra destacou que o comprador assumiu a administração da universidade “com um projeto educacional que preserva o DNA da Ulbra e mantém o propósito de promover a excelência acadêmica”.

De acordo com o Plano de Recuperação Judicial, o passivo da Aelbra com os fornecedores é de quase R$ 3,6 bilhões. São R$ 2,7 bi de dívidas com bancos e instituições financeiras, R$ 770 milhões em débitos trabalhistas, R$ 5,6 milhões em garantias reais e R$ 71,5 milhões em débitos com fornecedores de pequeno e médio porte. Considerando o passivo que a instituição mantém com a União e que gerou a suspensão da Recuperação Judicial, as dívidas chegam a aproximadamente R$ 9 bilhões.

Dizem que a venda da Ulbra para o grupo paulista é pauta do MPF. Dizem que o MPF está com uma lupa examinando as artimanhas realizadas pelos pastores da Aelbra que venderam a Universidade. Algumas pessoas dizem que pode ter sido uma grande armação para entanar os antigos funcionários que possuem uma ação de R$ 770 milhões. Dizem que a Igreja Universal do Reino de Deus pode estar sendo usada como escudo para consolidar o esquema.

Dizem que o MPF está buscando informações para conformar é verdadeiro o fato que os diretores supostamente plantados na Ulbra Tv foram também funcionários ou dirigentes da Tv Record/RS.

Marcos Fernando Ziemer

A chegada de um projeto robusto, com o aporte de recursos financeiros que possibilitam à instituição enfrentar a recuperação judicial e a dívida tributária, é uma boa notícia a todos e especialmente a comunidade educacional. Sem um investidor e com a suspensão da Recuperação juciail, no início de fevereiro, o caminho mais provável seria a falência“, disse Marcos Fernando Ziemer, que foi reitor da Ulbra após a queda de Ruben Becker e atualmente é diretor executivo da Aelbra.

Carlos Augusto Melke Filho é velho conhecido da PF

O novo chefão (presidente) da Aelbra é o Sr. Carlos Augusto Melke Filho. Ele teve sérios problemas com a PF e MPF no Mato Grosso do Sul, viu?

Juiz bloqueia bens e impõe 8 restrições a advogado, presidente da Lide MS, fundado por Dória – 18/09/2019

A Justiça Federal de Jales (SP) negou o pedido de prisão preventiva, mas decretou o bloqueio dos bens e impôs oito medidas cautelares ao advogado Carlos Augusto Melke Filho. Ele é presidente da Lide MS – Grupo de Líderes Empresariais, fundado pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Advogado da Universidade Brasil, alvo da Operação Vagatomia, Carlos Augusto Melke Filho é acusado de ser assessor jurídico da organização criminosa acusada de desviar R$ 500 milhões por meio de fraudes no Fies e no Prouni, dois programas federais.

A advocacia não pode ser utilizada para transgredir a lei, situação em que passa a ser vista como instrumento e estratagema para práticas criminosas. E, com relação aos advogados citados (Carlos e João Pedro Palhano Melke), é exatamente o que se conclui a partir da análise dos elementos de prova colhidos na investigação, podendo-se afirmar que referidos advogados não estão atuando na condição de causídicos em busca da defesa dos interesses de seus clientes, tratando-se efetivamente de seus comparsas na prática de crimes e integrando, assim, a própria Organização Criminosa”, anotou o juiz, na decisão da Operação Vagatomia.

Sendo assim, os advogados JOÃO PEDRO PALHANO MELKE e CARLOS AUGUSTO MELKE FILHO na realidade fazem parte da Organização Criminosa, inclusive coordenando ativamente fraudes e falsificação de informações prestadas ao Ministério Público Federal, Poder Judiciário e Ministério da Educação, locupletando-se ilicitamente com os valores amealhados pela OrCrim e agindo deliberadamente para obstruir investigação de organização criminosa em curso pela Polícia Civil de Assis/SP”, ressaltou o magistrado.

Devido à gravidade das provas, a Polícia Federal e Ministério Público Federal requerem a prisão preventiva dos advogados da Universidade Brasil. No entanto, a Justiça Federal de Jales determinou mandado de busca e apreensão nas residências, no escritório Melke e Prado Advogados Associados, bloqueio de bens e imposição de oito medidas cautelares, como afastamento do local de trabalho por dez dias e proibição de manter contato com outros investigados (veja a lista abaixo).

Confira as medidas cautelares impostas pela Justiça aos advogados

1 – proibição, por 10 dias, de acesso a qualquer dos locais que tenham sido alvo de deferimento judicial de medida de busca e apreensão, exceção feita apenas a onde moram (ou seja, o local em que exercem a profissão TAMBÉM está proibido, se foi alvo de busca e apreensão);

2 – proibição, por 10 dias, de manter contato de qualquer espécie com alunos, professores e funcionários da Universidade Brasil;

3- afastamento, até ordem judicial em contrário, das atividades que exercem na, ou em favor de Universidade Brasil, Uniesp, ou outra instituição de ensino com participação acionária do Magnífico Reitor José Fernando Pinto da Costa ou sua família, em qualquer de seus campi ou sede, bem como qualquer atividade em favor de quaisquer investigados;

4 – proibição, até ordem judicial em contrário, de acesso a sistemas de informação da UNIVERSIDADE BRASIL ou de qualquer empresa do grupo UNIESP;

5 – proibição, até ordem judicial em contrário, de contato com os demais investigados (exceto se genitor, filho, irmão ou cônjuge), e com a colaboradora JULIANA DA COSTA E SILVA;

6 – proibição, até ordem judicial em contrário, de qualquer acesso ao SisFIES ou sistema congênere, bem como de realização de qualquer trabalho que envolva matrícula/ transferência de alunos, REVALIDA, e financiamento estudantil;

7 – proibição de se ausentar da comarca onde reside por mais de 30 (trinta) dias, sem autorização judicial;

8 – e proibição de se ausentarem do país sem autorização do Juízo, com o recolhimento de passaportes, se houver”

Tudo está explicado, né?

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