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Porto Alegre
28 de novembro de 2021
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É bom lembrar das picaretagens do advogado Caneda… Muy amigo do ex-vereador de Venâncio Aires que está encrencado com o STJ, viu?

Em 2008:

A 8ª Vara Criminal da Comarca de Porto Alegre condenou o réu José Carlos Piccini Caneda por estelionato praticado em Porto Alegre. Ele praticava golpes com promessa de emprego e empréstimo financeiro a empresas.

O advogado Caneda foi denunciado pelo Ministério Público do RS por três fatos que causaram enormes prejuízos a duas empresas e um homem que buscava emprego.

O primeiro fato ocorreu em 2008 quando o advogado Caneda ofereceu à vitima um cargo em comissão com salário de R$ 18 mil, mediante o pagamento de R$ 5 mil, valor esse que seria entregue à pessoa que faria a indicação da vitima para o cargo de membro na Comissão Nacional de Defesa dos Direitos Humanos.

Em 2009, o réu ofereceu à empresa de Porto Alegre um empréstimo de R$ 8 milhões, o qual estaria sendo proporcionado pelo Banco da Amazônia, a juros menores. O empresário chegou a pagar R$ 30 mil de adiantamento, mas não recebeu o empréstimo. No mesmo ano, outra empresa caiu no golpe do advogado Caneda pagando cerca de R$ 23 mil, como comissão ao réu, para que um empréstimo fosse realizado junto ao Banco do Brasil.

Juntamento com o advogado Caneda e Leuton Budin, também atuava nos golpes Ênio Becker Formiga, que teve extinta a punibilidade em razão do seu falecimento.

Processo 20900381885 (Comarca de Porto Alegre).

Em 2012:

Outra sacanagem do advogado Caneda foi no Espírito Santo. O advogado Caneda foi acusado de participação no esquema de fraudes na gestão do Vitória Apart Hospital. A juíza, havia determinado a prisão cautelar dele por conta da tentativa de atrapalhar a tramitação da ação penal movida pelo Ministério Público Estadual do Espírito Santo contra os responsáveis pelas irregularidades.

Logo após a decisão, a defesa do advogado procurou a Justiça para responder à acusação, bem como solicitou a revogação do pedido da prisão cautelar. Na análise do pedido a juíza Letícia Maia considerou que o advogado Canedacontratou advogado e apresentou comprovante atualizado de residência“, que não justificaria mais a manutenção do decreto de prisão. O Ministério Público do Espírito Santo se posicionou pelo indeferimento do pedido.

Caneda teve a prisão substituída por três medidas cautelares: recolhimento domiciliar noturno (a partir das 21 horas, inclusive aos finais de semana e feriados), proibição de frequentar bares e estabelecimentos congêneres, além da obediência a todos os ritos do processo. Na decisão que expediu o mandado de prisão, a juíza havia destacado que o advogado se recusou a receber a intimação, fato que motivou até a suspensão temporária da ação penal.

Vitória Apart Hospital

Caneda foi acusado pelo MPES de ter recebido vantagem indevida de R$ 269,81 mil pela prestação de serviços de consultoria para redução da dívida previdenciária do hospital. Além do advogado, outros três ex-diretores do Vitória Apart Hospital também figuram como réus no processo.

Tem outros “problemas”, viu?

O advogado Caneda é amicíssimo de um ex-vereador de Venâncio Aires, que recentemente, teve (e têm) sérios problemas com o STJ, viu? Para um bom entendedor meio palavra basta, né?





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