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1 de dezembro de 2021
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Espumoso: Quem são os verdadeiros proprietários da Pampa Ráfia? Parte 1

A justiça federal considerou o sr. Sérgio Aime o verdadeiro dono. Será que tem mais um?

Douglas Fontana, em suas costumeiras e arrogantes bravatas no Face (agora, como previsto, em véspera do eleição anuncia mais uma vez as famigeradas obras), disse que as pessoas não sabem o quanto ele trabalhou, nem a esposa dele.   E é verdade ele trabalhou em dobro.  Agora nós vamos revelar o porquê.  

Adquiriu a área dia 18-04-2018 (tinha 19 áreas mais baratas e muitas em melhor localização) e já fez a doação no dia 11-05-2018.  Apenas 23 dias depois.  Teve empresário que se instalou na área industrial, cumpriu com os empregos prometidos e teve que esperar mais de 20 anos para receber a escritura.  A Pampa Ráfia nada cumpriu, não consultaram os processos criminais dos proprietários e imediatamente escrituraram a doação.

Normalmente, quando qualquer escritura é formalizada, sempre quem paga as custas é o comprador. Neste caso não aconteceu isso, quem pagou as despesas no Tabelionato?  As pessoas que assinaram a escritura, O Sr. Anderson Felipe Aime e Sra. Juliana Beatriz de Oliveira Prestes, estes comportaram-se como verdadeiros “laranjas”, pois sequer sabiam que havia custas a pagar. Entendiam que deveriam apenas assinar.

Quem pagou as despesas para fazer a escritura de doação?   Além de ser usual do beneficiário (comprador, locatário, arrendatário, comodatário ou donatário) pagar estas custas, no caso a Lei Municipal que autorizou a negociação diz que é por conta da empresa beneficiária.  Esta Lei está descrita na própria escritura:

Quem foi o representante da empresa que pagou? Os “laranjas” que entendiam que apenas deveriam assinar, chamem o verdadeiro responsável para resolver. Quem eles chamaram?  O Sr. Douglas Fontana, que emitiu um cheque pessoal e pagou. Começam aí as evidencias de que ele, realmente, está dos dois lados, como doador e também como recebedor, por isso ele tem dito que “trabalhou muito”.   Por que as pessoas que lá foram assinar nada sabiam?   Por que, instadas a chamar o seu mandante para pagar, chamaram o Douglas? Resta dúvida de que ele, por todo este “esforço” ficou com parte desta empresa que recebeu esta área? O Sr. Douglas sabe que isso é verdade, assim como os outros graves fatos que revelamos. Tanto é que não desmentiu e nem justificou, apenas atacou o editor do site Imprensa Livre RS.   E agora?   Se quiser contestar, autorize a buscar o cheque deste pagamento?

Quando questionado o Sr. Anderson Felipe Aime não pôde receber os representantes da Câmara pois o negocio é com o “Douglas”

Não compreendemos como uma empresa faz negócios com o prefeito, em nosso ponto de vista a empresa faz negócio com o município, não se trata o ente publico como um balcão de negócios pessoais.

Os próprios sócios assinaram a escritura, não foram procuradores, por isso não se justifica tal comportamento de não saber que tinha custas a pagar e chamar o “proprietário”. A pessoa que consta nos documentos como “sócio administrador” também está com condenação CRIMES TRIBUTÁRIOS E ASSOCIAÇÃO CRIMINOSA.’

O Capital da empresa é de R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de Reais), em primeiro lugar, com esse valor não é possível ter lastro suficiente para o investimento anunciado, ainda mais que devem ao fisco estadual R$ 52.095.534,61 (cinquenta e dois milhões noventa e cinco mil quinhentos e trinta e quatro Reais e sessenta e um centavos). 

Em segundo lugar o grupo tem mais um grande número de processos – cerca de 160,  para ser correto, de forma legal e também moral, Douglas deveria fazer um edital, anunciando a empresas de todo o Brasil esta oferta de imóvel para instalação de indústria.  Com isso haveria possibilidade de outras empresas com maior lastro financeiro se interessarem, além do mais, mesmo que esta empresa fosse a vencedora, haveria menos dúvidas da idoneidade do negócio, porém, a pergunta ao Sr. Douglas é: por que você não fez isso? Está claro, você possuía interesse próprio nesta empresa e ficou com medo que pudesse surgir outra e ter que fazer mais manobras, como fez para comprar de seus companheiros ou perderia sua parte no negócio?

Pela Lei e contrato assinado, a empresa deveria estar funcionando este ano de 2020, com o mínimo de 112 funcionários.   O Sr. Douglas, deveria acionar a cláusula de reversão e fazer retornar a área ao Município e buscar mais empresas.  Sem prejuízo de que, quando a Pampa Ráfia mostrasse condições, transferir.   Evitaria o que aconteceu com outro terreno, viabilizado pelas mesmas pessoas, onde a promessa de véspera de eleição não foi cumprida e o terreno está sem ninguém poder utilizar e praticamente perdido para os credores da empresa que recebeu a doação.   Mas não, o Sr. Douglas preferiu prorrogar o prazo, inclusive fazendo acordo e pagando indevidamente crédito e um vereador, que foi voto de minerva, garantindo a prorrogação da cláusula.  Se não tinha interesse próprio, por que fez todo este esforço contra o interesse do Município?

As provas do envolvimento do Srs. Douglas são tantas que, para não tornar a leitura enfadonha, vamos continuar na próxima postagem…





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