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14 de agosto de 2022
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Novos gestores da ULBRA podem estar envolvidos com os pastores corruptos do MEC

Este Site acaba de registrar o recebimento de um estranhíssimo telefonema disparado pelo “produtor cultural” Renato Furacão que se apresenta como integrante da ULBRA TV, questionando o conteúdo da matéria publicada pelo IMPRENSALIVRERS, no dia 5/7. Ocorre que a fonte primária que originou a matéria é pública.

Os gestores em atividade na ULBRA criaram a empresa que lá se encontra no ano de 2020, exatamente no período em que pastores corruptos se aboletaram no gabinete do ministro Milton Ribeiro, exonerado no cargo por suspeita de corrupção.

Os novos dirigentes da ULBRA, tal qual os pastores corruptos do MEC são especialistas em fraudar o Fies/Prouni – Operação Vagatomia da PF, em R$ 500 milhões.

O TJRS relatou em reconhecer a legitimidade do pedido de RECUPERAÇÃO JUDICIAL da ULBRA. A Advocacia Geral da União sempre sustentou que o que de fato ocorreu na ULBRA foi fraude empresarial e não meramente erros administrativos que resultaram num prejuízo de R$ 9 bilhões.

A responsabilidade objetiva do grupo liderado pelo pastor Becker já está consolidada na Justiça Federal. A transformação da gestora foi mera filigrana jurídica. A AGU vai ao STJ sustentar essa tese.

Está sob suspeita a nova gestão da ULBRA. São R$ 770 milhões de dívidas trabalhistas. Com a palavra o advogado Felipe Merino que confunde a presidência da associação dos lesados com seu escritório de advocacia.

Pergunta: O que o “produtor” Renato Furacão tem a ver com tudo isso?

O mais estranho foram as ameaças à vida do editor feitas por Furacão.

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