Suposta delatora do Facebook no programa 60 minutes

A queda do facebook nos obrigou a ver o show de horrores no 60 minutes (“60 minutos” programa de entrevistas Norte Americano), de uma suposta “delatora” da empresa facebook. Reportagem que alguns associaram ao “apagão”, mas não, o 60 minutes já estava programado, a queda do facebook foi acidental.

Frances Haugen

Toda a reportagem se resume a “expor” como o facebook não deixou Frances Haugen censurar e manipular a informação como quisesse, porque segundo ela, de acordo com seus conceitos, saberia o que é “melhor para a sociedade”. A acusação resume-se a apenas isto: “O facebook prometeu censurar a oposição ao partido democrata, mas não está censurando tanto quanto prometeu, porque não quer perder nem clientes e nem dinheiro”.

Esta é a essência de toda a denúncia. Eis o crime do facebook: não censurar os usuários aos quais prometeu dar liberdade de expressão, tanto quanto Haugen gostaria, ou tanto quanto o facebook “alega” censurar.

As primeiras palavras de Frances Haugen deixam logo claro quem ela é, e a forma autoritária e prepotente como vê o mundo: “O facebook não se preocupa com o que é melhor para a sociedade…” Sendo que o “melhor para a sociedade” é naturalmente determinado por ela mesma, ou seja: é o melhor para si própria.

Para este efeito, e para justificar a sua sanha por censura, ela utiliza todos aqueles chavões do mais abjeto cinismo, que viraram moda na comunicação social, (desde que eles perderam a eleição contra o Trump): Conteúdo que “divide a sociedade”, que “polariza”, que “coloca em dúvida a confiança nas autoridades”, que “tenha impactos na realidade”, chavões como fascista, sexista, homofóbico, machista entre tantas outras… Ou seja: tudo aquilo que não nos permita viver em total e completo conformismo e submissão ao “pensamento único”, altamente divisionista e venenoso que essa elite tenta inocular na sociedade.

Ou se quisermos: tudo aquilo que venha perturbar e atrapalhar os planos autoritários de poder dos “democratas”. É de um cinismo que já não é apenas doentio, é diabólico mesmo.

Mark Zuckerberg

Na reportagem, chegam ao extremo do ridículo de apresentar esta “heroína do povo” como alguém que resolveu se entregar a esta luta, a esta “nobre missão de censurar os deploráveis”, porque “perdeu uma amiga para teorias da conspiração”.

É isso que a move, é isso que a faz levantar todos os dias, para lutar contra o sistema, que oprime aqueles que querem censurar! Em suma foi uma tortura excruciante ter que assistir a este festival dissimulado de apologia à censura e à engenharia social.

Por fim um comentário em jeito de reflexão: Nada é mais perigoso, e causa mais violência na sociedade, do que esta perseguição e este amordaçar as pessoas. Quando impedem um ser humano de se expressar verbalmente ele naturalmente procura outras formas de se fazer ouvir, em desespero e por falta de opções.

O sistema de ‘crédito social’ da China classifica os cidadãos e os pune

Além do mais, quem busca calar o outro, não respeita a sua liberdade, o seu direito de existir, de decidir o que falar, o que ver, o que ouvir, de filtrar no que acredita ou deixa de acreditar.

E está a um pequeno passo de o procurar prender, ou até matar. Calar » Prender » Matar, são tudo fases de um mesmo processo e fruto de uma mesma mentalidade criminosa.

São estas mentalidades criminosas, que parecem ser a norma e o padrão entre as “elites” modernas. Como esta menina “formada em Harvard”.

Acho que nunca tivemos elites tão arrogantes, presunçosas, prepotentes e PERIGOSAS, como as de hoje em dia. Elas simplesmente não conseguem conceber que pessoas que discordam delas tenham o direito a existir, a votar, ou meramente a falar.

Elas julgam-se “A VERDADE, O CAMINHO, E A VIDA”, e não toleram os que não seguem o seu caminho.

O “caminho do progresso” rumo à escravidão.

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